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terça-feira, 21 de março de 2017

Papa na missa: "Confessionário não é lavanderia onde tirar manchas"

Perdão foi tema da homilia do Papa
Cidade do Vaticano (RV) - “Ser perdoados e perdoar: um mistério difícil de entender. É preciso oração, arrependimento e vergonha”. A afirmação é do Papa, na homilia da missa da manhã de terça-feira (21/03) na Casa Santa Marta. O Pontífice reiterou a importância de estar consciente da maravilha que Deus realiza conosco com a sua misericórdia, e de exercê-la depois, com os outros.

O perdão é um mistério difícil de se entender

O primeiro passo para “penetrar neste mistério”, a grande “obra de misericórdia de Deus”, é envergonhar-se dos próprios pecados, uma graça que não podemos obter sozinhos. O povo de Deus, triste e humilhado por suas culpas, é capaz de senti-la, enquanto o protagonista do Evangelho do dia não consegue fazê-lo. É o servo que o patrão perdoa apesar de suas grandes dívidas, mas que por sua vez, é incapaz de perdoar seus devedores. “Ele não entendeu o mistério do perdão”, destacou Francisco, falando da realidade de hoje:

“Se eu pergunto: ‘Vocês são todos pecadores?’ – ‘Sim, padre, todos’ – ‘E para receber o perdão dos pecados?’- ‘Nos confessamos’ – ‘E como você se confessa?’- ‘Vou, digo meus pecados, o padre me perdoa, me dá três Ave Marias para rezar e vou embora em paz’.

“Você não entendeu! Fazendo assim, você foi ao confessionário fazer uma operação bancária ou um processo burocrático. Não foi lá envergonhado pelo que fez. Viu algumas manchas em sua consciência e errou, porque pensou que o confessionário fosse uma lavanderia para limpar as manchas. Você foi incapaz de envergonhar-se por seus pecados”.

Maravilha deve entrar na consciência

Assim, o perdão recebido de Deus, a “maravilha que fez em seu coração” – prossegue o Papa – deve poder “entrar na consciência”, caso contrário, “você sai, encontra um amigo, uma amiga e começa e falar pelas costas de alguém, e continua a pecar”. “Eu posso perdoar, somente se me sinto perdoado”:

“Se você não tem consciência de ser perdoado, nunca poderá perdoar, nunca. Sempre existe aquele comportamento de querer acertar as contas com os outros. O perdão é total. Mas somente se pode dar quando eu sinto o meu pecado, me envergonho, tenho vergonha e peço o perdão a Deus e me sinto perdoado pelo Pai e assim posso perdoar. Caso contrário, não se pode perdoar, somos incapazes disto. Por esta razão o perdão é um mistério”.

O servo, o protagonista do Evangelho – diz o Papa – tem a sensação de “ter conseguido”, ter sido “esperto”; mas pelo contrário, não entendeu a generosidade do patrão. É aquela que o Papa define como “a hipocrisia de roubar um perdão, um perdão fingido”:

"Peçamos hoje ao Senhor a graça de entender este “setenta vezes sete”. Peçamos a graça da vergonha diante de Deus. E’ uma grande graça! Envergonhar-se dos próprios pecados e assim receber o perdão e a graça da generosidade de dá-lo aos outros, porque se o Senhor me perdoou tanto, quem sou eu para não perdoar?”.
(CM/JE)

Fonte: Rádio Vaticana

segunda-feira, 20 de março de 2017

EEF 2017, Inscrição Promocional acabando!


Olá Amados coordenadores e ministeriados da RCC Piauí!

Falta apenas 1 dia para encerrar as Inscrições com Preço Promocional! Queremos agradecer e louvar a Deus por todos que já realizaram suas inscrições e dizer que você que vai participar do melhor Encontro Estadual de Formação da RCC Piauí e que não fez sua inscrição, faça hoje mesmo!!! Sua participação é essencial para sua formação e aprendizado!


"ATENÇÃO! Para realizar sua inscrição, você preencherá o formulário de perguntas e fará a opção de escolha da inscrição com ou sem kit alimentação. Em seguida você precisará usar o SEU E-mail particular, CPF, nome completo e telefone para gerar o boleto para pagamento no sistema."

Nosso Lote com Preço Promocional está findando neste dia 24! Portanto, não perca tempo e faça hoje mesmo a sua inscrição On-line! Louvado seja Deus pela sua participação em busca de aprendizado e conhecimento.

"O Espírito Santo descerá sobre ti" Lc 1,35 

Presenças já confirmadas no nosso EEF 2017:

Anabelly Medeiros
Coord. Nacional do Ministério para Crianças

Jersey Simon 
Coordenador Nacional do Ministério de Comunicação Social

Luciana Belúcio
Membro do conselho diocesano da diocese de Miracema - TO 

Valda Braga Landim e Sandra Cabêdo Landim 
Coordenadores Nacionais do Ministério para famílias

Marizete Nascimento
Coordenadora Nacional do Ministério por Cura e Libertação

O evento contará com formações, workshop para Ministérios e muitos momentos de Oração e Louvor. Você que participa de algum ministério ou serviço no seu Grupo de Oração é nosso convidado especial! Monte a caravana de seu Grupo de Oração e participe! O evento é uma ótima oportunidade para aprendizado e aprofundamento no conhecimento do ministério no qual você faz parte, por isso não fique de fora!


domingo, 19 de março de 2017

São José, devoto da Virgem Maria e modelo de oração.

“São José a vós nosso amor
Sede o nosso bom protetor
Aumentai em nós o fervor!”
A estrofe desse canto devocional em honra a São José expressa bem o sentimento de gratidão e piedade da Igreja ao guarda da Sagrada Família. De fato, Santa Teresa de Jesus nos atesta que não se lembra de lhe ter pedido algo em que não fosse atendida. Homem silencioso, justo e casto, José em sua pequenez se tornou grande aos olhos de Deus e mereceu ser aquele que conduziria a Virgem Maria e daria a Jesus a paternidade histórica, inscrevendo-o no rol dos descendentes de Davi.
Sabemos de coisas muito interessantes a respeito de São José: um homem de oração, capaz de escutar o Senhor (Mateus 2,13); trabalhador, provendo o sustento de sua família com o seu suor (Mateus 13,55); obediente (Mateus 2,24); casto (Mateus 1,25); Jesus lhe era submisso (Lucas 2,51); piedoso (Lucas 1,22); temente (Lucas 2,33); justo (Mateus 1,19).
Nesse Ano Mariano, vejamos uma característica especial de São José: sendo Esposo da Mãe de Deus, é o Guarda da Virgem Pura, o seu primeiro devoto. Essas duas expressões, tiradas da Ladainha de São José, mostram que Deus quis a participação dele no plano da salvação. Sua maior honraria foi ter por esposa a Esposa do Espírito Santo, a Virgem Maria. Sabendo que estava diante de uma criatura tão pura, imaculada e intacta, São José, inspirado por Deus, guardou a virgindade de Maria. Por isso a Igreja o chama, nesta mesma ladainha, de José justíssimo, castíssimo, prudentíssimo, fortíssimo, obedientíssimo e fidelíssimo. Esses superlativos denotam o elevado grau de santidade do chefe da Sagrada Família.
A santidade de São José pode nos dar muitos exemplos, mas quero evidenciar dois. Em primeiro lugar, que para ter uma vida de oração profunda é preciso o silêncio. Não há nenhuma palavra atribuída a São José na Sagrada Escritura, mas o seu testemunho ressoa por toda a Terra. Ele também nos ensina que o trabalho é um grande meio de santificação, e nas suas labutas diárias conversava e confiava em Deus.
Em segundo lugar, São José nos ensina que o respeito e a veneração pela Santa Mãe de Deus estão intimamente ligados à adoração a Jesus Cristo. Por causa de Cristo, São José guardou a Virgem Maria. Por causa da escuta da Palavra de Deus, ele não teve medo em recebê-la por esposa, em sua casa, mas considerou isso como a maior honra que poderia ter.
Que São José, Protetor da Santa Igreja, olhe sempre por nós!
“Ó Deus, que por uma inefável providência vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo da Vossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo que na Terra veneramos como protetor mereçamos tê-lo no Céu como intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém”.

Padre João Paulo Veloso
Arquidiocese de Palmas/TO
Grupo de Oração Imaculado Coração de Maria
Assessor espiritual do Ministério de Comunicação Social

sábado, 18 de março de 2017

7 coisas que as pessoas felizes fazem de um jeito diferente



A felicidade é um estado de ânimo que, como tal, vai e vem. Contudo, existem pessoas que parecem estar sempre felizes. Será porque alcançaram suas metas ou porque encontraram a plenitude nas suas vidas? O fato é que as pessoas felizes vivem a alegria. Essa alegria atrai coisas boas, retroalimentando o seu estado de ânimo.

A felicidade é uma mudança na percepção. Depende de como você olha as circunstâncias e de como você decide encarar o que acontece. A felicidade também é um hábito. Por isso, mesmo em circunstâncias adversas, as pessoas felizes agem de forma diferente.


Quando você muda o jeito de olhar as coisas, as coisas que você olha mudam”.
-Wayne Dyer-


Hábitos das pessoas felizes

A felicidade é provavelmente uma das coisas mais procuradas no mundo. De fato, para muitas pessoas pode continuar sendo uma procura para toda a vida, simplesmente porque elas têm o sentido errado de felicidade. Isto acontece principalmente quando a vinculam a coisas materiais, em vez de assumir que a felicidade vem de dentro.


O dinheiro não faz as pessoas felizes. As pessoas fazem as pessoas felizes.”

-Steve Wynn-


As pessoas felizes costumam seguir um determinado conjunto de hábitos que cria paz nas suas vidas. Entre eles, destacamos os seguintes:


Olham com compaixão, não com aversão


As pessoas felizes adoram ajudar os outros. Elas sabem que dando e se doando aos menos favorecidos fazem a diferença na vida de alguém. E isso traz alegria às suas vidas.

Uma pessoa que não tem compaixão é implacável e não pode ver a alegria que existe em dar. São egoístas e carecem de empatia. Contudo, as pessoas felizes se deleitam mais dando do que recebendo, já que fazem da empatia o seu estilo de vida.


Se você deseja que outras pessoas sejam felizes, pratique a compaixão. Se você quer ser feliz, pratique a compaixão.”

-Dalai Lama-



Mostram amor em vez de apatia

As pessoas felizes amam as pessoas. O amor emana do seu ser. Ao olhar os outros com amor, as pessoas felizes são capazes de ver o melhor que existe nelas. Isto lhes permite encontrar qualidades nos outros que para o resto das pessoas costumam passar despercebidas. O amor faz as pessoas felizes brilharem.

Por outro lado, as pessoas infelizes mostram apatia até para com seus semelhantes. A ira e a intolerância marcam o seu jeito de se relacionar com os outros. Isso as leva a julgar as pessoas a partir do medo, atraindo o negativismo para a sua vida e o seu entorno.



Aceitam em vez de resistir


As pessoas felizes aceitam as circunstâncias da forma como elas são. Em vez de resistir para tentar ter uma vida diferente, elas procuram aprender com os desafios que encaram para evoluir e crescer.

Ao contrário, as pessoas infelizes teimam em aceitar a sua situação e lutam contra as circunstâncias. Em vez de procurar tirar o melhor da situação, as pessoas que vivem em uma constante amargura ignoram o conhecimento e o crescimento que poderiam adquirir.


Aceite – depois aja. O que quer que tenha no momento presente, aceite-o como se você o tivesse escolhido. Trabalhe sempre com ele, não contra ele. Faça dele o seu amigo e aliado, não seu inimigo. Isto transforma milagrosamente toda a sua vida.”
-Eckhart Tolle-

Enxergam os desafios como uma oportunidade de crescimento

As pessoas felizes têm que lidar com todo tipo de problemas, como todas as outras pessoas. Contudo, entendem que seus desafios são uma oportunidade para crescer e para fazer alguma coisa diferente.

Inclusive nos momentos mais delicados, as pessoas felizes encontram uma razão para olhar para a frente com otimismo. Aceitam as mudanças, encarando-as como um desafio.


Perdoam em vez de ser implacáveis

As pessoas felizes não se prendem a rancores nem a ressentimentos porque sabem que isso afeta negativamente a sua mente, corpo e espírito. Deixam o passado para trás para continuar procurando a alegria no que está por vir.

As pessoas que são implacáveis atraem o negativismo e a infelicidade para suas vidas porque não sabem entender o perdão. Em vez de enxergá-lo como um jeito de deixar partir, as pessoas infelizes acham que perdoar é validar a ofensa. Contudo, para as pessoas felizes perdoar é aceitar que alguma coisa dolorosa aconteceu e que é preciso deixar para lá.


Perdoar é libertar um prisioneiro e descobrir que o prisioneiro era você.”

-Lewis B. Smedes-


Transformam as suas fragilidades em fortalecimento

As pessoas felizes não se fixam nas suas fragilidades, mas procuram explorar as suas fortalezas. Em vez de apelar e se fazer de vítima, as pessoas felizes aceitam suas fraquezas e procurar tirar forças também delas.

As pessoas felizes sabem reconhecer suas fragilidades e utilizá-las para continuar em frente. Esse trabalho de autoconhecimento lhes permite descobrir o que realmente desejam para si mesmas.

Admiram em vez de criticar


Como eu e como você, as pessoas felizes lutam para alcançar seus objetivos, mas não se prendem ao autojulgamento e nem à crítica. Para elas, alcançar seus sonhos passa por manter uma atitude positiva.

Além disso, as pessoas felizes tratam com dignidade e respeito os outros, não os julgam. Em vez de criticar os outros, os olham com amor e admiram o melhor que existe neles. Ao contrário do que as pessoas infelizes fazem, as pessoas felizes não precisam criticar os outros para superar as suas próprias inseguranças.



Começar a ser mais feliz mudando de atitude

Existem muitas coisas que você não pode mudar, contudo, você é livre para escolher como deseja ver as coisas. A felicidade não é uma coisa que se encontra, mas é a busca que guarda a recompensa.

Se você não está aberto e disposto a ser feliz, a felicidade não baterá à sua porta. A felicidade é uma escolha. É a atitude que muda tudo. Depende de você ser feliz, independentemente do que acontece no seu entorno, já que você tem o controle mais poderoso, o de como o que lhe acontece o afeta.


Se você começar a entender o que você é sem procurar mudar, o que você é se submete a uma transformação.”
-Jiddu Krishnamurti-





Papa Francisco se confessa e atende confissões na Basílica de São Pedro



Cidade do Vaticano (RV) – Já se tornou uma tradição e, consciente da ajuda aos fiéis, o Papa Francisco antecipou a jornada “24 Horas para o Senhor” com uma liturgia penitencial na qual atendeu a confissão de 7 fiéis na Basílica de São Pedro.

A celebração começou com uma procissão e depois continuou com a Liturgia da Palavra. Em seguida, o Pontífice deu início ao Sacramento da Reconciliação. Primeiro, confessou-se como um simples penitente e depois atendeu a confissão dos fiéis – um grupo formado por 3 homens e 4 mulheres, todos leigos, que foram atendidos num intervalo de 50 minutos.

“24 Horas para o Senhor” é uma iniciativa organizada pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, sob o lema “Eu quero misericórdia”. O evento acontecerá nos dias 24 e 25 de março nas igrejas de todas as dioceses do mundo que acolherem a iniciativa. (ACI/AC)
 
Fonte: Rádio Vaticana
 
 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Quarto ano de Pontificado: "Rezem por mim".

Papa Francisco - 13/03/2017
Nesta segunda-feira, 13, feriado no Vaticano, o Papa Francisco comemora seu quarto ano de Pontificado. O Cardeal Bergoglio foi eleito em 13 de março de 2013, no segundo dia do Conclave, escolhendo o nome de Francisco. Ele é o primeiro Jesuíta a ser eleito Papa.
Ao ser eleito, há quatro anos na Capela Sistina, perguntaram a Bergoglio se aceitava. E ele disse: "Eu sou um grande pecador. Mas, confiando na misericórdia e paciência de Deus, no sofrimento, aceito".
Papa Francisco apareceu ao povo na sacada central da Basílica Vaticana, por volta das 20h30 (hora de Roma). Vestindo apenas a batina branca papal, dirigiu-se à multidão presente na Praça São Pedro, dizendo:
“Irmãos e irmãs, boa noite! Vocês sabem que o objetivo do Conclave era eleger o Bispo de Roma. Meus irmãos Cardeais foram buscá-lo quase ao fim do mundo… Por isso, eis-me aqui! Agradeço a todos pela acolhida. Agora, a comunidade diocesana de Roma tem o seu Bispo. Obrigado!”.
A seguir, Francisco acrescentou:
“E agora iniciamos este caminho, o Bispo com seu Povo... o caminho da Igreja de Roma que preside a todas as outras Igrejas na caridade. Um caminho de fraternidade, de amor, de mútua confiança. Rezemos sempre uns pelos outros. Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade. Espero que este caminho eclesial, que hoje começamos, com a ajuda do Cardeal Vigário, aqui presente, seja frutuoso para a evangelização desta Cidade tão bela!
Dito isso, o novo Papa concedeu a sua Bênção Apostólica. Antes, porém, pediu um favor aos presentes:
“Antes que o Bispo abençoe o povo, peço-lhes que rezem ao Senhor para que me abençoe: é a oração do povo, pedindo a Bênção para o seu Bispo. Façamos em silêncio esta oração por mim”.
Assim, o Papa inclinou a cabeça, em sinal de oração, e todos na Praça fizeram silêncio por alguns momentos. Por fim, Francisco deu a sua primeira Bênção “Urbi et Orbi”, aos fiéis de Roma e do mundo inteiro, e concluiu desejando a todos "Boa noite e bom descanso!".
Fonte: Rádio Vaticano

Final de semana de formação aconteceu na Diocese de Campo Maior

No último final de semana, dias 11 e 12, foi um fim de semana de formação e oração para os servos da RCC Campo Maior, onde foi ministrado formação para os ministérios de Música e Artes, ministério para Crianças e ainda o Ministério de Intercessão. Na ocasião, muitos servos de vários Grupos de Oração marcaram presença para buscar conhecimento e aprendizado.

O núcleo diocesano do ministério de intercessão esteve em missão, fazendo formação com o ministério de intercessão dos Grupos de Oração Nova Aliança (Porto-PI) e Rosa Mistica (Campo Largo- PI).

" Foi uma benção ver o quanto os irmãos tem crescido na graça de Deus. Novos intercessores surgindo, sedentos de servir ao Senhor, e os intercessores mais maduros buscando aprender mais" (Joilza Chaves - Coord. do Ministério de Intercessão da RCC da Diocese de Campo Maior-PI)

O coordenador do Ministério de Música e Artes da RCC Campo Maior, Joilson Chaves, realizou também formação sobre organização e funcionamento do Ministério de Música e Artes com o Grupo de Oração Rosa Mística da RCC da cidade de Campo Largo - PI. 


E para preparar melhor o cuidados com as crianças, a coordenadora do Ministério para Crianças da RCC da Diocese de Campo Maior-PI, Tia Lilly Barros, realizou a formação do modo básico do MPC no Grupo de Oração Nossa Senhora do Rosário da cidade de Campo Maior- PI, a formação contou com a oficina
"Como realizar um grupo de oração para as crianças".

sábado, 11 de março de 2017

Objetivo da campanha da fraternidade: fazer diferença na vida das pessoas


Já são mais de 50 anos de Campanha da Fraternidade no Brasil e pode ser que você ainda não saiba para que ela existe, seus objetivos, suas finalidades. Conheça os motivos que nos levam a aprender hinos novos e acolher o espírito quaresmal de uma forma toda especial e, digamos, “brasileira”.
Este ano, o cerne da reflexão da CF é o cuidado com a criação divina. Motivados por uma série de apontamentos feitos pelo Papa Francisco, desde o início de seu pontificado, sobre o meio ambiente como nossa “casa comum”, o povo de Deus no Brasil é convidado a olhar para as particularidades do nosso ecossistema, acolhê-lo como um dom e cuidar como parte de algo muito maior.
O objetivo da Campanha de 2017, de acordo com o Texto Base, é: “Cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover relações fraternas com a vida e a cultura dos povos, à luz do Evangelho”.

Como tudo começou
No início da década de 1960, três padres da Cáritas Brasileira idealizaram um fundo para realizar, como Igreja, atividades assistenciais. O embrião da Campanha que temos hoje foi realizado, pela primeira vez, na Quaresma de 1962 na Arquidiocese de Natal/RN. Cresceu aos poucos e ganhou o apoio de organismos nacionais e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Dentro desse contexto histórico, acontecia também o Concílio Vaticano II, que lançava a Igreja a uma experiência missionária intensa e trazia o protagonismo do leigo como uma resposta para as realidades contemporâneas.

Por que a CF acontece durante a Quaresma?
No tempo da Quaresma, somos chamados a crescer na oração, jejum e esmola. A vivência destes elementos é fundamental para a preparação de cada fiel na expectativa da Páscoa do Senhor e, evidentemente, seu retorno definitivo.
A Campanha da Fraternidade começa na quarta-feira de cinzas, junto com a Quaresma. Ela acontece neste precioso tempo justamente para favorecer a boa preparação de cada um, sob a vivência do tripé citado acima: oração, esmola e jejum.
A cada ano, a CF traz em seus objetivos, reflexões sobre situações vulneráveis e necessitadas de atenção, uma atitude diante das questões apresentadas.

O gesto concreto da CF
Além de reforçar compromissos, propor o conhecimento e o aprofundamento das realidades em que a população está inserida – sobretudo no que tange a questão da preservação dos biomas –, a ação da Igreja atua para além de reflexões teóricas. Como gesto concreto, propõe-se uma coleta para o financiamento de projetos que atuem diretamente nos objetivos da campanha.
Esta coleta é destinada ao Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) e visa promover a fraternidade entre as diversas regiões no intuito de erradicar a vulnerabilidade e risco. Todo o processo acontece por meio de edital que acolhe sugestões de projetos de todo o país.
O FNS é composto por 40% de toda arrecadação da Coleta Nacional da Solidariedade, realizada em todas as dioceses, paróquias e comunidades durante o Domingo de Ramos. Os outros 60% da coleta permanecem em suas dioceses de origem e compõem o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS).
Fonte: CNBB

segunda-feira, 6 de março de 2017

Exercícios espirituais: aceitar seguir Jesus e carregar a própria cruz

Papa Francisco e membros da Cúria Romana durante os Exercícios Espírituais
Ariccia (RV) - Ouço a voz do Senhor, que fala de modo humilde, ou coloco meu interesse pessoal acima do Reino de Deus? Na manhã desta segunda-feira (06/03), na primeira meditação dos Exercícios espirituais proposta ao Papa Francisco e à Cúria Romana, Pe. Giulio Michelini exortou os 74 presentes a se fazerem algumas perguntas sobre a própria vida espiritual.
 
“A confissão de Pedro e o caminho de Jesus para Jerusalém” no Evangelho segundo São Mateus são o ponto de partida da meditação desta segunda-feira. Na tarde de domingo foi feita a introdução dos Exercícios espirituais, que se realizam até esta sexta-feira (10/06) na localidade de Ariccia, nas proximidades de Roma.
Os Exercícios espirituais são marcados pela Liturgia das Horas e pelas duas meditações diárias, que passam da interpretação dos textos ao desdobramento existencial. Jesus tomava suas decisões na oração, não através de sonhos ou magos, como, ao invés, fazia Alexandre Magno, segundo nos relata Plutarco. Pe. Michelini exortou os presentes a se perguntarem como tomam as decisões importantes da própria vida:
“Faço discernimento baseado em qual critério? Decido impulsivamente, deixo-me levar por aquilo que é habitual, coloco a mim mesmo e meu interesse pessoal acima do Reino de Deus? Ouço a voz de Deus, que fala de modo humilde?”
Pedro e a tradição rabínica sobre a voz de Deus através dos pequenos: a humildade de ouvir-nos
Em seguida, Pe. Michelini se concentrou na figura de Pedro e na tradição rabínica. Mediante revelação, Pedro reconhece que Jesus é o Messias. Daí, o religioso franciscano sugere que o Pai tenha falado não somente por meio do Filho, mas tenha falado ao Filho, Jesus, também através de Pedro. É Jesus que revela pouco a pouco a sua vocação, mas realiza gestos também porque é solicitado por outros.
Na vida de Jesus de Nazaré é deixado muito espaço aos encontros, que incidem na sua missão. Segundo a tradição rabínica, com o fim da grande profecia, se considerava que Deus continuasse falando de modos muito humildes, como por exemplo mediante a voz das crianças e dos loucos.
Com uma comunicação parecida com o sussurro de um vento leve como se deu com o profeta Elias no monte Horebe. E Pe. Michelini ofereceu aos presentes outra ocasião de reflexão:
“Tenho a humildade de ouvir Pedro? Temos a humildade de ouvir-nos uns aos outros, estando atentos aos preconceitos ou às pré-leituras que certamente temos, mas atentos a colher aquilo que Deus quer dizer apesar – talvez – dos meus fechamentos? Ouvir a voz dos outros, talvez frágil, ou escuto somente a minha voz?”
Aceitar seguir Jesus e carregar a própria cruz
Em seguida, o pregador dos Exercícios espirituais deteve-se sobre a interpretação daqueles estudiosos que consideram que Jesus soubesse o que estava para acontecer. No Evangelho segundo Mateus se diz que Jesus se retirava, um verbo que no grego antigo indicava a retirada dos exércitos diante de uma derrota ou de um perigo.
Também Jesus parece retirar-se diante da notícia da prisão do Batista e quando sabe que os fariseus querem matá-lo, mas todas essas retiradas são estratégicas, ressaltou Pe. Michelini, não são para deter-se: após ter-se retirado, Jesus faz coisas concretas, isto é, começa a anunciar o Reino e a curar os doentes.
Entre as muitas referências que enriqueceram a meditação do frade menor, encontra-se a que fez a Hanna Arendt, que falava da banalidade do mal, em referência a como os hierarcas nazistas falavam das atrocidades por eles cometidas.
Tal alusão foi feita para referir-se à ferocidade com a qual foi perpetrado o assassinato de João Batista após o pedido de Herodíades.
Aludiu também ao rabino Hillel, para ressaltar que Jesus continua a missão assumindo sempre novas responsabilidade até a que o levará a Jerusalém. Daí, o ponto de agarra para a última reflexão:
“Pergunto-me se tenho a coragem de caminhar até o fim para seguir Jesus Cristo, levando em consideração que isso comporta levar a cruz, como Ele disse, anunciando a ressurreição, a alegria, mas também a provação: ‘Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me’.” (RL/ DD)
Fonte: Rádia Vaticana

 
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