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domingo, 13 de maio de 2012

Presidente da CNBB Nordeste 4 envia mensagem para todas as mães do Piauí

Dia das mães, por D. Alfredo Schaffler*




Neste fim de semana vamos celebrar uma data especial que toca a todos nós.

É o dia das mães. Todos nós temos uma veneração diante daquela que é ou foi a nossa querida mãe. Quanto exemplo de testemunho cristão, estão transmitindo as nossas queridas mães.

Penso tantas vezes comigo, quantas vezes uma mãe se levantou de noite para cuidar do bebê, especialmente quando estava adoentado.

Quantas noites uma mãe passa sem claro sem fechar o olho por causa da criança.

Enquanto a criança é pequena, mas também quando o filho ou a filha fica maior, a mãe espera de noite adentro que cheguem.

Nunca vi uma mãe com um caderno anotando tudo que fez pela criança, pelo filho ou pela filha, para depois um dia cobrar algo deles.

Pelo contrário, aí as nossas queridas mães são um exemplo de vida cristã, porque estão se doando à partir do amor.

Vida cristã, seguimento de Jesus Cristo é sempre isso, é doação e serviço, é lava pés, desinteressadamente.

O quanto é importante que neste dia das mães vamos contemplar este exemplo das nossas queridas mães quando num mundo que nos cerco tudo gera e gira ao redor de valores materiais.

Quanto vale? Quanto vou ganhar? que proveito vou ter de tudo isso?

Lamentavelmente esta é a grande pergunta que tantas vezes rodeia o nosso relacionamento e nossa convivência.

Valorizamos as pessoas não à partir dos seus valores e do seu testemunho, mas à partir das vantagens e dos lucros que podemos usufruir da pessoa.

Por isso precisamos olhar com um profundo respeito para as nossas queridas mães e reconhecer acima de tudo o testemunho do seguimento de Jesus Cristo.

Neste mês de maio, a Igreja nos coloca de modo especial o exemplo de Maria que também foi mãe.

Ela foi mãe que enfrentou o sofrimento pelo filho deste do nascimento quando experimentou na chegada em Belém: não havia lugar para eles na hospedaria.

Fora da cidade num estábulo onde o gado se acobertou diante das tempestades, no meio dos mais simples e dos excluídos da sociedade, Maria encontrou uma acolhida.

Foram os pastores que visitaram primeiro o recém nascido e tornaram se os primeiros missionários partindo e anunciando que nasceu um menino que será a esperança do povo.

Mas Maria estava de baixo da cruz quando os homens, os discípulos com a exceção de João correrem de medo.

Foi aí que Jesus falou para o discípulo: eis a tua mãe e para a mãe, eis o teu filho.

Foi o próprio Jesus Cristo que quis que Maria fosse também a nossa mãe.

Assim Deus não quis ter apenas uma mãe como todos nós, mas nos entregou Maria como mãe de todos nós.

Por isso nas nossas necessidades invocamos Maria sobre as mais diversos títulos, como nosso mãe.l

Passei dez dias em Aparecida na Conferência dos Bispos do Brasil e presenciei quantas pessoas estão chegando cada dia em Aparecida.

Só num domingo se contou mais de dois mil ônibus com mais de 120.000 peregrinos.

Ao longo do ano passado foram mais de dez milhões de pessoas que chegaram a Aparecida como peregrinos,

À pé, a cavalo, de bicicleta, de motos e de ônibus e de mais conduções.

Todos fazendo a sua veneração diante de nossa padroeira.

Parabéns as nossas queridas mães.

Firme na fé e fiquem com Deus.

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*Dom Alfredo Schaffler é  presidente da CNBB Nordeste 4 (Piauí) e bispo diocesano de Parnaíba

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