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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Jovens do mundo inteiro recebem o kit peregrino em ritmo de festa.






Para quem diz que a Igreja Católica está em ruínas é muito válido uma rápida pesquisa sobre a juventude que participa da JMJ. São jovens de todas as partes do mundo, que testemunham a sua fé e buscam viver a tradição da Igreja: pessoas da Coréia, Japão, Colômbia, México, Suriname, Venezuela, muitos argentinos e pessoas dos mais diversos países.
Observando a interação dos jovens que nunca se viram antes, mas que sabem que são irmãos, podemos ver que a Igreja trilha o caminho da fraternidade, hospitalidade, em resumo :  o caminho do amor. É muito comum jovens que nunca se viram, trocarem sorrisos,  lembranças, palavras de carinho, em uma fila imensa que durou por volta de dez horas, os jovens que tiveram que pegar seu kit peregrino hoje, cantavam, louvavam , confraternizavam e ensinavam a muitos que se julgam sábios, que o amor aos irmãos é a expressão do DEUS que é puro amor, não existe barreiras, fronteiras, limitação quanto a língua, pois os jovens reconhecem que são filhos do mesmo PAI.
 A troca de experiências entre trabalhos realizados nas diversas paroquias do mundo reavivou o chamado missionário de cada um, entre tantos jovens conhecemos Nicke, australiano de 25 anos que veio sozinho de seu país, ele que já conhecia o Brasil e fala português fluentemente,  falou-nos de sua experiência enquanto jovem católico em um país preferencialmente protestante, seus antepassados sofreram preconceito por serem católicos mas as dificuldades de viver a fé onde o catolicismo não é visto com bons olhos não fez o jovem desanimar no caminho e Nicke trabalha em sua paroquia em auxilio aos católicos do Egito, um trabalho missionário difícil, mas carregado de muita fé, confiança naquele que nos envia.
 Diante do testemunho dele somos levados à reflexão: Por que sempre inventamos desculpas para não ir à Igreja e um jovem vem da Austrália para o Brasil para professar a sua fé e reavivar o seu fazer missionário? Por que não aproveitamos a oportunidade de viver em um país preferencialmente católico para evangelizar o mundo? Conhecemos jovens que enfrentam dificuldades para viver a fé porque não são aceitos em sua pátria como católicos, pessoas dispostas a um sim além das fronteiras, quantas vezes temos sido nossa própria fronteira, impedindo as pessoas de conhecerem mais do SENHOR JESUS  por meio do nosso testemunho!!!

 

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