“APROXIMEMO-NOS, POIS, CONFIADAMENTE DO TRONO DA GRAÇA” (HB 4,16) - RCC PIAUÍ - Renovação Carismática Católica do Piauí

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“APROXIMEMO-NOS, POIS, CONFIADAMENTE DO TRONO DA GRAÇA” (HB 4,16)

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A bíblia nos apresenta Deus como “o Pai das misericórdias, Deus de toda consolação” (2 Cor 1,3b) e nos diz que Ele é “rico em misericórdia” (Ef 2,4). O Apóstolo Filipe pediu a Jesus que mostrasse o Pai, Jesus respondeu: “Aquele que me viu viu também o Pai” (Jo 14,9), ou seja, toda riqueza do “Pai das misericórdias” se revela em Jesus. O ápice da misericórdia se deu no mistério pascal: Cruz e Ressurreição. São João Paulo II nos diz na encíclica Divis in Misericordia que “a cruz é como que um toque do amor eterno nas feridas mais dolorosas da existência terrena do homem” (p. 45). Afirma ainda que “na sua ressurreição Cristo revelou o Deus do amor misericordioso” (p. 48).
São João, o discípulo amado, mostra-nos a ação poderosa de Cristo Vivo e Vencedor sobre o pecado e a morte quando escreve que “Jesus veio e pôs-se no meio deles” (Jo 20,19), com isso “os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor” (Jo 20,20). Provavelmente estivessem participando da Santa Missa! Jesus quis transmitir a nós mesma alegria dos discípulos quando pediu a irmã Faustina, em 1931, que fosse pintada a imagem de Jesus Misericordioso: “Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa imagem, que pintarás com o pincel, seja abençoada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia” (Diário 49).
A dimensão teológica apresentada por Santa Faustina está intimamente ligada ao Evangelho. Aquele mesmo Jesus da Cruz e da Ressurreição deseja aparecer ao mundo contemporâneo como “refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores” (D.699). Noutro momento de intimidade entre Santa Faustina e Jesus fora revelado uma angústia do Redentor a cerca da salvação das almas: “As almas se perdem, apesar da Minha amarga paixão. Estou lhes dando a última tábua de salvação, isto é, a Festa da Minha misericórdia. Se não venerarem a Minha misericórdia, perecerão por toda a eternidade ” (D. 965)
Existem condições específicas para gozar os grandes dons da Misericórdia Divina. A primeira é confiar na bondade de Deus, depois ter amor ativo para com o próximo (Mt 5,7) e encontrar em estado de graça santificante (após a confissão) dignamente recebendo a Sagrada Eucaristia. Veja como há semelhança com João 20! Jesus revela que “Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate (D. 699)”
“Vem haurir graças dessa fonte com o vaso da confiança.” (D. 1485)
Jesus, eu confio em Vós.

Lucivan dos Santos de Assis

Presidente da RCCPI

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